13/04/2011

Solucionando o erro na exportação SQL do phppgadmin

Após uma mera e simplies instalação do PostgreSQL e uma mais do que simples instalação do phpPgAdmin,  tive o problema de que o mesmo não estava executando os dumps no formato sql e também não importava arquivos sql para serem executados, resultando em uma página em branco.

Após várias tentativa e buscas encontrei exatamente alguém que teve o mesmo problema que eu, e segue abaixo o link da solução do problema. Mas como eu fico p da vida com essa situação de postar o link e depois não achar mais a solução original do problema, vai também uma cópia do trecho que resolve o problema.

Cópia do trecho que resolve o provlema:

1. Acessar o diretório de instalação do phpPgAdmin
2. Editar o arquivo “dbexport.php”
3. Para corrigir é necessário apenas alterar as linhas 104
        if ($_REQUEST['d_format'] == 'sql') $cmd .= ' -d';
    para
        if ($_REQUEST['d_format'] == 'sql') $cmd .= ' --inserts';
    e a linha 112
        if ($_REQUEST['sd_format'] == 'sql') $cmd .= ' -d';
    para
        if ($_REQUEST['sd_format'] == 'sql') $cmd .= ' --inserts';
4. Restarte o apache e pronto

Link para postagem original

http://dannnylo.wordpress.com/ 

31/03/2011

A hipocrisia da lei para preservação ambiental

Não sei se o texto abaixo é realmente de quem diz ser nem sei se as informações ao final do mesmo são verdadeiras, mas recebi este por e-mail não so achei interessante como concordei com ele a ponto de posta-lo aqui para que ninguem leia, pois alem de min acho que ninguem mais acessa este blog :)

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 A carta a seguir - tão somente adaptada por Barbosa Melo - foi escrita por Luciano Pizzatto que é engenheiro florestal, especialista em direito sócio ambiental e empresário, diretor de Parque Nacionais e Reservas do IBDF-IBAMA 88-89, detentor do primeiro Prêmio Nacional de Ecologia.

    Prezado Luis, quanto tempo.
 
    Eu sou o Zé, teu colega de ginásio noturno, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio sempre atrasava, lembra né? O Zé do sapato sujo? Tinha professor e colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia légua para pegar o caminhão por isso o sapato sujava.
 
    Se não lembrou ainda eu te ajudo. Lembra do Zé Cochilo... hehehe, era eu. Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormi já era mais de meia-noite. De madrugada o pai precisava de ajuda pra tirar leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono. Do Zé Cochilo você lembra né Luis?
 
    Pois é. Estou pensando em mudar para viver ai na cidade que nem vocês. Não que seja ruim o sítio, aqui é bom. Muito mato, passarinho, ar puro... Só que acho que estou estragando muito a tua vida e a de teus amigos ai da cidade. To vendo todo mundo falar que nós da agricultura familiar estamos destruindo o meio ambiente.
 
Veja só. O sítio de pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu continuo sem ter porque não se pode fincar os postes por dentro uma tal de APPA que criaram aqui na vizinhança.
 
    Minha água é de um poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha, mas um homem do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga da água e pagar uma taxa de uso, porque a água vai se acabar. Se ele falou deve ser verdade, né Luis?
 
    Pra ajudar com as vacas de leite (o pai se foi, né .) contratei Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o contador mandou. Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de casa. Comia com a gente, que nem da família. Mas vieram umas pessoas aqui, do sindicato e da Delegacia do Trabalho, elas falaram que se o Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas tinha que receber hora extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo, mas as vacas daqui não sabem os dias da semana ai não param de fazer leite. Ô, bichos aí da cidade sabem se guiar pelo calendário?

    Essas pessoas ainda foram ver o quarto de Juca, e disseram que o beliche tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encumpridar uma cama, só comprando outra né Luis? O candeeiro eles disseram que não podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca.

Disseram ainda que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do salário dele. Bom Luis, tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa, desempregado, mas muito bem protegido pelos sindicatos, pelo fiscais e pelas leis. Mas eu acho que não deu muito certo. Semana passada me disseram que ele foi preso na cidade porque botou um chocolate no bolso no supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele e não apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudi-lo.

Depois que o Juca saiu eu e Marina (lembra dela, né? casei) tiramos o leite às 5 e meia, ai eu levo o leite de carroça até a beira da estrada onde o carro da cooperativa pega todo dia, isso se não chover. Se chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava, hoje eu jogo fora.

Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20 metros. Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro depois dos 30 metros de distância do rio, e ainda tinha que fazer umas coisas pra proteger o rio, um tal de digestor. Achei que ele tava certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns trinta dia pra fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder pagar eu tive que vender os porcos as madeiras e as telhas do chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez, por esse crime, ele não ai mandar me prender, mas me obrigou a dar 6 cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô Luis, ai quando vocês sujam o rio também pagam multa grande né?

Agora pela água do meu poço eu até posso pagar, mas tô preocupado com a água do rio. Aqui agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem chegar no rio pra não sujar, nem fazer erosão. Tudo vai ficar limpinho como os rios ai da cidade. A pocilga já acabou, as vacas não podem chegar perto. Só que alguma coisa tá errada, quando vou na capital nem vejo mata ciliar, nem rio limpo. Só vejo água fedida e lixo boiando pra todo lado.

Mas não é o povo da cidade que suja o rio, né Luis? Quem será? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande, e dá até prisão. Cortar árvore então, Nossa Senhora!. Tinha uma árvore grande ao lado de casa que murchou e tava morrendo, então resolvi derrubá-la para aproveitar a madeira antes dela cair por cima da casa.

Fui no escritório daqui pedir autorização, como não tinha ninguém, fui no Ibama da capital, preenchi uns papéis e voltei para esperar o fiscal vim fazer um laudo, para ver se depois podia autorizar. Passaram 8 meses e ninguém apareceu pra fazer o tal laudo ai eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do
Promotor porque virei criminoso reincidente. Primeiro foi os porcos, e agora foi o pau. Acho que desta vez vou ficar preso.

Tô preocupado Luis, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de 500 a 20 mil reais por hectare e por dia. Calculei que se eu for multado eu perco o sítio numa semana. Então é melhor vender, e ir morar onde todo mundo cuida da ecologia. Vou para a cidade, ai tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas porque tenho certeza que a lei é pra todos.

Eu vou morar ai com vocês, Luis. Mais fique tranqüilo, vou usar o dinheiro da venda do sítio primeiro pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sitio eu tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa e só depois colhe pra levar pra casa. Ai é bom que vocês e só abrir a geladeira que tem tudo. Nem dá trabalho, nem planta, nem cuida de galinha, nem porco, nem vaca é só abri a geladeira que a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nós, os criminosos aqui da roça.

Até mais Luis.

Ah, desculpe Luis, não pude mandar a carta com papel reciclado pois não existe por aqui, mas me aguarde até eu vender o sítio.


(Todos os fatos e situações de multas e exigências são baseados em dados verdadeiros. A sátira não visa atenuar responsabilidades, mas alertar o quanto o tratamento ambiental é desigual e discricionário entre o meio rural e o meio urbano.)

28/01/2011

Servidor JSP ou PHP

Obviamente eu não sou ninguem para aqui comparar estas hospedagem sem argumentos tecnicos com um embasamento correto que me tire ou me de a razão, mas hei de esplanar sobre uma situação que tenho me deparado e que alguns tem me perguntado.

Por que existem tamtas hospedagens para páginas php e quase nenhuma para páginas em jsp? São vários os motivos e alguns eu listo abaixo:
  1. Para manter o mesmo desempenho é necessário hospedar menos sites em um servidor jsp do que em um servidor php, o que faz com que:
    1. o lucro seja menor em caso de um custo equivalente
    2. o custo seja maior para compensar o menor número de páginas hospedadas
  2. Muitos não sabem ou não tem capacidade para instalar um servidor tomcat e assim levantam 1001 justificativas furadas como:
    1. java é inseguro: qualquer linguagem ou servidor é se mal configurado
    2. java é pesado: pode até ser, e mais ainda se socados 100 dominios em um servidor que está estruturapo para 20, so para aumentar o lucro
  3. Pior que isso, são justificativas que não possuem argumento, tais como:
    1. java não presta: por que?
    2. java é uma porcaria: é mesmo, por que?

Bom essas são algumas dentre muitas outras ignorâncias que as empresas de hospedagem alegam. Não estou defendendo o java, até por que desenvolvo em tanto em java quanto em php sinceramente gosto mais de php, mas não aguento ouvir bobagens com argumentos.

Seria então muito mais digno uma empresa ou quem quer que seja diser que não trabalha com java por que não sabe ou não tem competência para tal do invertar bobagens.

Grato pela atenção, embora eu sainba que ninguem vai ler. :)

15/04/2010

Instalação do PostgreSQL 8.3 no Windows XP

Em dois posts anteriores descrevi o processo de instalação e configuração do tomcat no Windows XP. Agora para utilizarmos um banco de dados juntamente com as aplicações jsp estarei descrevendo o processo de instalação dos PostgresSQL. Poderia ser também o MySQL, ou Oracle mas eu preferi este.


1. Acessar o endereço - http://www.postgresql.org/ftp/binary/

2. Escolher a versão do arquivo, a utilizada foi a 8.3.5, em:
  • v8.3.5 -> win32 -> arquivo postgresql-8.3.5-1.zip
  • OBS: é importante verificar o tamanho do arquivo baixado para garantir que o download está correto.
3. Remover Usuário Anterior
  • caso tenha uma instalação anterior do postgresql deverá, antes de instalar a nova, remover o super usuário da versão anterior:
    • Painel de controle – Ferramentas Administrativas – Gerenciamento de Computador – Usuários e Grupos locais – Usuários (remover o postgres)
4. Feito isso, descompacte o arquivo para uma pasta a qual ira conter  6 arquivos, dos quais, o UPGRADE.bat  é para efetuar uma atualização de versão existente e o postgresql-8.3.msi deve ser executado para a instalação.

5. Execute o arquivo postgresql-8.3.msi e será exibida a tela para escolha da linguagem a ser utilizada no programa de instalação.



6. Uma tela com aviso, basta clicar em próximo


7. Uma outra tela com algumas informações que ninguem lê!


8. Mais uma tela informativa, com os sistemas operacionais suportados pelo PostgreSQL.

9. Tela de configuração do serviço, pode deixar a senha em branco se quiser que o instalador gere uma senha monstruosa e giganate pra ser lembrada, ou crie uma tipo postgresSQL e clique em próximo.


10. Inicialização de banco de dados, escolha o encoding que for desenvolver.

 

 Caso esteja reinstalando o postgres, deverá receber a mensagem abaixo, acesse o antigo local de instalação e remova ou renomeie o seu conteúdo. Em geral deve estar em C:\ -> Arquivo de Programas -> Postgres

11. Na próxima tela, desmarque a opção PL/plpgsql.


12. Na tela abaixo são apresentadas as extensões chamadas contribs, basta clicar next.

13. Terminada a configuração é exibida a tela informando que o postgres está pronto para ser instalado. Clique Próximo e será exibido a tela de andamento da instalação.

14. Basta agora concluir a instalação.

15. Selecione o servidor a ser utilizado.

16. Os drivers que deseja baixar

17. Selecione o host desejado e caso falhe, basta retornar e seguir escolhendo até que funcione.

18. Após clique Próximo e sua instalação estará finalizada.

19. Para acessar o PostgreSQL va no menu inicar -> Programas -> PostgreSQL 8.3