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03/07/2018

XenServer - Multiplas Vlans por Interface

     Em alguns casos o número de Vlans utilizadas pode ser maior do que a quantidade de interfaces de rede disponíveis, tanto por razões de capacidade física como definições de utilização das NICs existentes.
     Para auxiliar em casos como este, é possível realizar a criação de interfaces virtuais adicionais, ligadas a uma interface física, onde cada uma das novas interfaces atende a demanda de uma Vlan em específico.
     No entanto, como requisito adicional para esta configuração, são necessárias também configurações na porta do switch com a qual a NIC está conectada, a qual deve estar configurada como tronco, ou trunk
     Embora este requisito seja uma coniguração simples e bem similar, ela pode váriar de acordo com o equipamento utilizado e dessa forma não pode ser abordada na sua totalidade

Configuração do XenServer

Passo 1: Acessar a aba Networking do servidor que se deseja configurar, e clicar em Add Network.

Passo 2: Na janela seguinte, manter selecionada a opção External Network;


Passo 3: Definir um nome para a interface;

Passo 4: Selecionar a interface física a qual a interface virtual está relacionada e definir a Vlan correspondente;


Passo 5: Conferir se a aplicação foi realizada.

19/06/2018

XenServer - Arquivos de log

     Provavelmente não seja nenhuma novidade falar que os logs do XenServer são armazenados no diretório /var/logs, pois é onde realmente se espera encontra lós.
     No entanto, o que diferencia são os aquivos presentes neste diretório e a sua finalidade. Em um sistema operacional linux os logs seriam encontrados em /var/logs alguns arquivos como:
  • auth.log:armazena logs de autenticação;
  • boot.log: informações relacionadas à inicialização;
  • cron: armazena todas as mensagens relacionadas a Crond (tarefas cron) ;
  • daemon: registros pertinentes aos daemons em execução no servidor; 
  • dmesg: mensagens relacionadas aos drivers de dispositivo;
  • faillog: contém informações sobre todas as tentativas de login falhas;
  • mail.log: armazena todos os logs relacionados aos servidores de e-mail
  • kern.log: armazena logs do Kernel e dados de aviso.
  • syslog: mensagens gerais;
    Já no XenServer, alguns desdes diretórios não estão presentes, ao mesmo passo que outros arquivos não encontrados em servidores linux, são exibidos no XenServer. Dentre eles os principais são:
  • audit.log:  informações detalhadas sobre as RBCA-roles (role-based access control) ou controle de acesso baseado em funções;
  • installer: diretório com registros do processo de instalação;
  • secure: registro das conexões realizadas ao XenServer, variando entre XenCenter e acessos via ssh;
  • SMLog: arquivo com registros das ações relacionadas ao armazenamento, tais como montagem, conexões e verificações do status das conexões; 
  • xensource.log: arquivo  com o registros dos eventos realizados pelo conjunto de ferramentas utilizado para gerenciamento do XenServer, denominado XAPI. Devido ao seu nível de detalhamento é um pouco mais complicado de ser analisado.
      Outros destinos dos logs também poder ser observados na imagens abaixo, que lista o conteúdo do diretório /var/log.

Referências 

02/05/2018

XenServer - Adicionando template do Ubuntu 18.04 LTS

     Um template é um modelo partir do qual se pode provisionar rapidamente uma nova VM. Mais detalhadamente, consiste em um arquivo com todas as informações de uma VM, tais como CPU, memória, tamanho do disco e recursos de rede. Em outras palavras, um template consiste em uma VM encapsulada com todas as suas informações.
      O Xen já disponibiliza templantes a serem escolhidos no momento da criação de uma nova VMs, os quais, além de conterem as definições básicas, auxiliam na definição de como ocorrerá a virtualização, se totalmente virtualizado o se paravirtualizada, dentre outros. Ademais, eles também não contam com sistema operacional instalado. 
     Já os templates criados a partir de VMs configuradas, possuem a vantagem de serem totalmente configurados, de acordo com quem realizou a preparação da sua VM de origem.
     Este post aborda o primeiro tipo de template, que é necessário ser criado geralmente quando ocorrem lançamento de novas versões de SOs que somente serão incluídas nas próximas versões do XenServer, tal como o Ubuntu Server 18.04 LTS, no XenServer 7.2.

Passo a passo:

1. Obter o UUID do template da versão anterior.
UUID=`xe template-list name-label="Ubuntu Xenial Xerus 16.04" params=uuid --minimal`
2. Clonar o template da versão anterior para um novo template, já com o nome da nova versão
NEW_UUID=`xe vm-clone uuid=$UUID new-name-label="Ubuntu Bionic Beaver 18.04"`
3. Setar como um template default
xe template-param-set uuid=$NEW_UUID other-config:default_template=true

Referências

  • https://tecadmin.net/add-ubuntu-16-04-lts-template-on-xenserver/ 
  • https://www.techhapa.com/2016/08/adding-ubuntu-1604-lts-template-in.html
  • http://ports.marllus.com/2016/02/17/entendendo-templates-xenserver-6-5/

24/04/2018

XenServer - Níveis de usuáros


     O XS (XenServer) apresenta por padrão cinco (5) Roles (níveis de usuários), denominados Pool Admin, Pool Operator, VM Power Admin, VM Admin, VM Operator ou Read-Only.  Estas roles são, com um conjunto de permissões que possibilitam garantir acesso total ou restringir  acessos mais específicos a cada usuário, conforme descrito a seguir.

  • Pool Admin: maior nível de acesso, permitindo controle total a todas as funções e configurações do XS, incluindo o acesso a console do host, tendo permissão para executar comandos como root.
  • Pool Operators: permite a execução de ações no nível do pool, como configurações de storage, gerenciamento de patches e a criação de resource pool. Também permite a configuração de Hight Availability, Workload Balancing, não tendo acesso a ações como inclusão de usuários e acesso console.
  • VM Power Admin: os usuários pertencentes a esta role tem permissão para gerenciar máquinas virtuais, templates, snapshots, recurso de Dynamic Memory Control e definição de Home Server.
  • VM Admin: permite o gerenciamento de VMs e templates sem acesso ao Dynamic Memory, snapshots e definição do Home Server.
  • VM Operators: possuem permissão para gerenciar uma VM em questão, realizando algumas atividades básicas, não sendo possível alterar as propriedades daPolls máquinas virtuais, como memória e CPU.
  • Read-Only: grupos associados a essa role terão acesso total somente leitura, não sendo permitido nenhuma modificação em todo o ambiente.
     É importante ressaltar que a inclusão de um usuário em uma role, permite que ele execute as funcionalidades a partir do XenCenter, sendo necessário a existência de um usuário na VM para que seja realizado o acesso ao SO.

Referências

  • https://docs.citrix.com/en-us/xencenter/6-5/xs-xc-users/xs-xc-rbac-roles.html
  • https://www.safaribooksonline.com/library/view/citrix-xenserver-60/9781849686167/ch02s04.html
  • https://www.packtpub.com/mapt/book/virtualization_and_cloud/9781849686167/2/ch02lvl1sec20/roles-and-permissions
  • https://cleristononline.wordpress.com/2015/02/19/testando-os-niveis-de-acesso/

18/09/2014

Desligar host ESX remotamente com putty

Após realizadas todas as configurações necessários, ao executar o script .bat ele irá desligar o host.

Pré-requisitos

  • É necessário ter o putty configurado para acessar o host ESX sem senha
  • Todos os arquivos devem estar no mesmo diretorio (putty.exe *.bat e *.sh), dessa forma não é necessário passar o caminho para os arquivos quando executar o putty.

Scripts

1. Criar o arquivo desliga.sh, que será executado no host, conforme abaixo.
#!/bin/bash
poweroff


2. Criar o arquivo desliga.bat, que ira executar o putty, com o conteúdo abaixo
REM : ######################################################################## REM : Script que executa o putty e o arquivo .sh para desligamento do host REM : O comando abaixo desativa a exibição dos comandos na tela. echo off REM : executa o putty passando os dados da sessão salva como parâmetro REM : e executando no servidor o script passado como argumento por '-m' sem REM : esperar pela finalização desse script. Ou seja, o comando é executado e REM : enviando o script para o servidor e retornando para executar a próxima REM : linha, sem aguardar a confirmação de execução ou não. start "" "putty.exe" -load [NOME_SECAO_SALVA_PUTTY] -m "desliga.sh" REM : sleep que pelos meus testes não serve pra nada sleep 3000 REM : finaliza o script exit REM : ########################################################################

Referências

17/09/2014

Desabilitar aviso de SSH ativo no ESX

1. Acesse o host ou o vcenter

2. Clique sobre o host a ser alterado e na aba Configuration clique em Advanced Settings
 3. Na nova janela procure a opção UserVars e na sequência a entrada UserVars.SuppressShellWarning, alterando o valor para 1.

Referencias

16/09/2014

SSH sem senha em um host ESX

     Primeiramente, tentei realizar o procedimento gerando a chave pelo puttygen como realizado na referência da locaweb, mas não surtiu efeito. Depois com a chave rsa pelo linux também não funcionou.

1. Gerar as chaves dsa em um SO Linux com o comando a seguir e confirmar com enter para todas as opções. Serão gerados dois arquivos, o id_dsa.ppk com a chave privada e o id_dsa com a chave pública. Ambos em ~/.ssh/ 

ssh-keygen -t dsa
2. Copiar a chave publica para os servidores ESX no destino a seguir:

scp id_dsa root@10.12.0.xxx:/etc/ssh/keys-root/authorized_keys
3. Verificar se a linha a seguir está ativa no arquivo de configuração do ssh

vi /etc/ssh/sshd_conf .... AuthorizedKeysFile /etc/ssh/keys-%u/authorized_key ....

 

SO Linux

1. A conexão já está ativa se a chave privada continua no local onde foi criada

 

SO Winndows

1. Baixar os executáveis putty e puttygen

2. Executar o puttygen e importar a chave privada id_dsa clicando em Load e escolhendo a mesma. Será exibido um avido e sucesso na importação. Clique em Ok e na sequência em Save private key

3. Abrir o putty e completar os campos Host Name,Port, Saved Sessions


4. Em Connection clicar em Data e preencher o campo Auto-login username com o login do usuário

5. Em SSH, expandir e clicar em Auth e selecionar a chave privada

6. Voltar para Session e clicar em Save. Nesse ponto a sessão estará salva com todas as configurações e considerando que a chave pública já está no servidor a ser acessado, basta dar um duplo clique sobre a sessão salva.

Referências

08/01/2014

Adicionais para convidados no Debian com MV

Abaixo a tradução do link original:
  1. Logue como root;
  2. Atualiza sua base APT com apt-get update;
  3. Realize upgrade com apt-get upgrade;
  4. Instale os pacotes requeridos
  5. apt-get install build-essential module-assistant
  6. Configure seu sistema para configurar os modulos do kernel
  7. m-a prepare
  8. Click em Instalar Adicionais para convidados... no menu da MV
  9. Crie uma pasta na sua home e copie dos dados do cdrom
  10. mkdir /home/login/vboxadd cp -R /media/cdrom/*  /home/login/vboxadd
  11. Acesse a pasta criada
  12. cd /home/login/vboxadd
  13. Rode sh VBoxLinuxAdditions.run, e siga as instruções
  14. Reiniciar o sistema.

24/07/2012

Virtual Box no Ubuntu Maverik

Primeiramente, desta vez optei por utilizar máquinas virtuais para novas instalações e testes para evitar futuros transtornos.

Primeiramente os links que segui:


  1. http://blog.julianobiscaia.com.br/2010/10/15/instalar-o-virtualbox-3-2-non-free-no-kubuntu-10-10-maverick-meerkat/ 
  2. http://www.robertoalmeida.com/linux/instalando-virtualbox-no-ubuntu-10-10-maverick
Depois disso o próprio Virtual Box me ofereceu o link para a versão 4.1 em um pacote .deb (http://download.virtualbox.org/virtualbox/4.1.18/virtualbox-4.1_4.1.18-78361~Ubuntu~maverick_i386.deb) Mas tem também o link para outras versões: http://www.oracle.com/technetwork/server-storage/virtualbox/downloads/index.html

Tanto na instalação pelos links ou pelo pacote .deb, apresentarão erros referentes aos usuários e permissões, corrigiveis com os seguintes procedimentos:

1. Adicionar o seu usuário ao Grupo vboxusers
adduser seulogin vboxusers

2. Dar permissão de escrita 775 para as pastas .VirtualBox/ e VirtualBox VMs/ e se necessário, alterar o proprietário e grupo.
 

01/10/2008

Problemas com o VirtualBox

Buenas,

Problema de espaço em disco: caso tenha salvo suas imagens do VBox em uma partição FAT32 e o mesmo retornar o erro abaixo, mesmo que exista espaço no disco virtual, o problema está justamente no formato da partição, FAT32, que não aceita arquivos maiores que 4GB. Solução, mover a imagem do disco para uma outra partição.

Host system reported that the file size limit of the host file system has been exceeded. VM execution is suspended. You need to move your virtual hard disk to a filesystem which allows bigger files.

26/09/2008

Instalação do Virtual Box no Ubuntu 8.04

O Virtual Box é um MMV (Monitor de Máquinas Virtuais) disponibilizado pela Sun tanto para linux como para win. Obviamente existe uma versão paga com mais requisitos, mas a versão open-source é bem útil.

Em comparação com o VMWare Player, particularmente achei mais leve, intuitivo, de facil utilização e bem menos burocrático e trabalhoso de instalar.

A instalação no ubuntu é relativamente fácil, como root execute os comandos abaixo:

1.Descobrindo a versão do seu hardware
uname -a

2. Instalando pacotes
aptitude install virtualbox-ose virtualbox-ose-modules-2.6.xx-xx-generic virtualbox-ose-modules-generic

3. Reinicie o computador
reboot

4. Adicionando usuário ao grupo
adduser $login vboxusers

5. Reinicie a sessão

Pronto, o Virtual Box está instalado e funcionando. Lembrando que a criação de máquinas virtuais novas em partições FAT não podem ser maiores do que 4GB

Referências

21/06/2008

Máquinas Virtuais Prontas para Xen

A busca pelo mais simples, me levou a encontrar está página, que disponibiliza várias máquinas virtuais convidadas/hospedadas prontas para uso, bastando seguir os passos descritos na página para que a mesma funcione. A seguir a descrição do que instalei, pra variar, o ubuntu.

1.Obtendo o arquivo tar.bz2 da imagem (o link disponibilizado para download é incompatíveis com o wget, mas a página disponibiliza mirros para baixar as imagens).
  • wget http://mirror.linuxos.sk/jailtime/ubuntu/ubuntu.7-04.20071117.img.tar.bz2
2. Esta imagem veio com três arquivos:
  • ubuntu.7-04.img -- imagem do novo sistema com 1GB
  • ubuntu.7-04.xen3.cfg -- arquivo de configuração
  • ubuntu.swap -- swap com 64Mb
para inicializar basta deixar todos estes arquivos em /etc/xen/ ou /etc/xen/dir, mas é possível montar em outro local editando o arquivo de configuração. Assim,basta descompactar o .tar.bz2,
  • mkdir /mnt/ubuntu
  • mv ubuntu.7-04.20071117.img.tar.bz2 /mnt/ubuntu
  • cd /mnt/ubuntu
  • tar -xjvf ubuntu.7-04.20071117.img.tar.bz2
3. Mover ubuntu.7-04.xen3.cfg para /etc/xen e modificar as propriedades do mesmo, principalmente a propriedade disk que indica o local de inicialização, passando o caminho correto (/mnt/ubuntu/ubuntu.7-04.img ou o novo nome)
  • mv ubuntu.7-04.img mv01.cfg
  • mv ubuntu.7-04.xen3.cfg /etc/xen/mv01.cfg
4. Inicializar a MV e acessar com: usuário: root, senha: password
  • xm create /etc/xen/mv01.cfg
5. A máquina tem 1GB, para aumentar o tamanho basta executar a linha a seguir, com a máquina parada.
  • dd if=/dev/zero of=mv01.img bs=1M conv=notrunc count=1 seek=5000
OBS: Realizei a tentativa de copiar os arquivos para uma partição lvm e depois bootar, não fui feliz. Não estou afirmando que não tem como!